Principais nomes

Os expoentes da agroecologia estão presentes nos movimentos sociais e ambientais que surgiram em razão das contradições agrárias provenientes da modernização da agricultura. Esses movimentos existem até hoje e são uma forma de resistência à revolução verde, à agricultura convencional, à concentração de terra, ao êxodo rural, à violência no campo, entre outros. São eles:

 

MST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra é atualmente o maior responsável pela divulgação da agroecologia no Brasil. Sua história começou em janeiro de 1984, na cidade de Cascavel, no Paraná. Desde então, o MST teve o mérito de recolocar na agenda nacional temas importantes como agroecologia e reforma agrária.

Atualmente, o MST oferece cursos como “Prática na Produção Agroecológica”, que ensinam aos pequenos produtores rurais os valores de uma agricultura sustentável e coletivizada.

 

Ministério da Agricultura

O Ministério da Agricultura é o principal responsável pela defesa dos princípios da agroecologia no Brasil. Foi essa instituição que realizou o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), uma política pública do Governo Federal criada em 2013 para ampliar ações voltadas ao desenvolvimento rural sustentável. No total, o Planapo vai investir R$ 8,8 bilhões via crédito agrícola, através do Pronaf, e criar programas de assistência técnica e ampliação de conhecimentos sobre o tema.

 

Via Campesina

A maior organização de produtores rurais do planeta, a Via Campesina é uma das maiores divulgadoras e defensoras da agroecologia no mundo.

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