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Seu oposto cochila em você

Para o taoísmo, ninguém é completamente masculino ou feminino, emotivo ou racional

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A força yin seria o lado feminino e passivo do ser e a yang representaria a masculinidade e a ação

A dualidade dos seres humanos permeia diferentes campos do conhecimento, que vão desde tradições religiosas antigas a pensamentos psicanalíticos. É o caso do taoísmo, por exemplo. Para a filosofia chinesa, tudo carrega em si seu oposto. Ninguém é exclusivamente masculino ou feminino, liberal ou conservador, crente ou descrente, emotivo ou racional, introvertido ou extrovertido.

Os taoístas acreditam em duas forças fundamentais opostas e complementares presentes em todas as coisas: yin e yang. A força yin corresponde à parte feminina, à terra, à passividade, à escuridão. Já a yang ajusta-se à essência masculina, ao céu, à luz e à atividade. Ao longo do tao, ou seja, do caminho da espontaneidade natural, nada existe em um estado absoluto, mas sim em transformação contínua.

Para o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Gustav Jung, “ambas atitudes existem dentro de nós, mas só uma delas foi desenvolvida como função de adaptação; logo podemos supor que a extroversão cochila no fundo do introvertido, como uma larva, e vice–versa.”

Fotos: Ana Carmen Foschini; Comfreak / Pixabay / CC0 Creative Commons; spirit111 / Pixabay / CC0 Creative Commons