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Como seria o mundo sem refrigerantes?

Muitas calorias, enfraquecimento dos dentes e risco de depressão são malefícios trazidos pelas bebidas

John Revopuno / Flickr / CC BY 2.0

Cada latinha da bebida possui cerca de três colheres de sopa de açúcar e o regrigerante ainda é capaz de instigar a fome

O mundo sem refrigerantes seria mais magro, sorridente e sem cáries. Principal causa da obesidade mundial, os refrigerantes contêm, em média, três colheres de sopa de açúcar por latinha de 300 ml. Fora os quilos a mais, essa bebida compromete nossos sorrisos porque corrói o esmalte dos dentes. Além disso, uma pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da Carolina do Norte, dos Estados Unidos, revelou que seu consumo aumenta em 22% a chance da pessoa de desenvolver depressão. 

Para quem deseja se livrar do açúcar e recorre às opções diet e zero, a propensão à doença pode aumentar. Conforme informações do mesmo instituto, pessoas que ingerem grande quantidade desses refrigerantes por dia, 800 ml ou mais, correm um risco de 30% de entrar em um quadro depressivo.

Sabotagem ao corpo                                                   

Além das muitas calorias presentes nas bebidas, elas ainda são capazes de instigar a fome. Quando absorvidos pelo intestino, os refrigerantes jogam grande quantidade de glicose na corrente sanguínea de uma só vez. Isso estimula a produção de insulina no pâncreas e a liberação excessiva dessa substância no organismo causa a vontade de consumir mais alimentos açucarados.

Nos líquidos diet e zero, o problema não é menor. Mesmo não contendo açúcar, o sabor adocicado da bebida faz com que o cérebro entenda que estamos ingerindo doces. Esse entendimento errôneo também incita a liberação de insulina no sangue.


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