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Rudolf Steiner: vida dedicada à pesquisa

Pensador criou a antroposofia, escola que alia conhecimento empírico à espiritualidade

Rosmarie Voegtli / Flickr: door / CC BY 2.0

Agricultura, educação e medicina foram algumas das áreas interpretadas pela antroposofia

“Conhecendo o mundo, o ser humano encontra a si próprio, e conhecendo a si próprio, o mundo se revela.”
Rudolf Steiner, em dedicatória escrita em abril de 1923

Essa frase foi escrita pelo criador da antroposofia, Rudolf Steiner, para um de seus discípulos mais próximos, Ludwig von Polzer-Hoditz, como dedicatória em uma fotografia em abril de 1923.

Steiner nasceu em 1861 na cidade de Kraljevec, na Áustria e desde a infância demonstrou sensibilidade para assuntos espirituais.

Por seu profundo interesse pelos estudos do escritor alemão Johhan Wolfgang von Goethe (1749-1832) durante a graduação na Escola Politécnica de Viena, tornou-se responsável pela revisão das obras científicas do escritor alemão para a edição do Deutsche National Literatur. Convidado a trabalhar no Arquivo Goethe-Schiller, Steiner mudou-se para a cidade de Weimar na Alemanha em 1890, onde morou até 1897. Sua primeira grande obra, A filosofia da liberdade”, foi publicada em 1894.

Em Berlim, aproximou-se da Sociedade Teosófica, da qual se tornou membro. Em suas conferências por toda Europa, Steiner tratava principalmente sobre os estudos antroposóficos e os resultados de suas próprias pesquisas.

Em 1913, desligou-se da Sociedade Teosófica e fundou a Sociedade Antroposófica.

No mesmo ano, iniciou-se a construção da sede da nova sociedade, uma grande estrutura de madeira que levou dez anos para ser concluída. Posteriormente, Steiner publicou inúmeras obras que inseriam a visão antroposófica sobre diversas áreas do conhecimento como agricultura, medicina, educação e espiritualidade.

Rudolf Steiner faleceu em 1925 em na cidade de Donarch na Suíça.

Foto: Thinkstockphotos